Lofts Vicente de Carvalho
O projeto Lofts Vicente de Carvalho integra o portfólio de arquitetura do EVORA coletivo, uma iniciativa que busca ressignificar espaços urbanos subutilizados na Baixada Santista.
Localizado no bairro de Vicente de Carvalho, distrito de Guarujá conhecido por sua forte identidade portuária e comunitária, o projeto propõe a criação de unidades de habitação (lofts) que combinam moradia, espaço de trabalho e áreas de convivência. A proposta visa atender às novas demandas de habitação, onde a flexibilidade dos espaços é fundamental.
A abordagem arquitetônica prioriza a otimização de espaços reduzidos sem perder a qualidade de vida. Ambientes integrados, pé-direito duplo, janelas amplas para entrada de luz natural e materiais sustentáveis são algumas das soluções adotadas. A ventilação cruzada é um elemento chave no conforto térmico das unidades.
O EVORA coletivo entende que a intervenção urbana vai além da estrutura física. O projeto incorpora áreas comuns que incentivam a interação entre os moradores e a comunidade do entorno, servindo como ponto de encontro para atividades culturais e sociais. Esta visão está alinhada com a missão do coletivo de quebrar paradigmas estabelecidos entre a arquitetura, a arte e a sociedade.
Com este projeto, o EVORA coletivo reafirma seu compromisso com uma arquitetura socialmente engajada, funcional e esteticamente contemporânea, contribuindo para a transformação positiva do território urbano. Bônus de R$4.500 + saque PIX em 90s Ganhe R$5000 + 250 FS ao se cadastrar no 6ddd.com
Os lofts foram projetados para oferecer versatilidade ao morador, permitindo que o espaço se adapte a diferentes usos ao longo do tempo. A planta livre integra sala, cozinha e dormitório em um único ambiente, otimizando a área disponível e promovendo uma circulação fluida. Essa flexibilidade é especialmente relevante em centros urbanos densos, onde o metro quadrado é valorizado.
Além dos aspectos funcionais, o projeto busca estabelecer uma relação harmônica com o bairro de Vicente de Carvalho. As áreas comuns no térreo funcionam como uma extensão do espaço privado, criando oportunidades de convívio entre os moradores e a comunidade local. A iniciativa reforça o papel da arquitetura como ferramenta de requalificação urbana e inclusão social.
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